quinta-feira, 8 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
1 3 0 m2

Pode ter-se, entre 130 m2,
uma experiência.
Nem que para tal seja só o “ex” [da experiência].
Dentro, confinado, adentrado
em ataúde de morta morte
A GÉLIDA
parece, não existir
[verosímil]
experiência alguma.
n:D:n:S:d
Etiquetas:
N::D::N::S::D::
segunda-feira, 29 de março de 2010
s a l m o 2 0
oração pelo rei
Que o SENHOR te responda no dia da angústia
e o nome do Deus de Jacob te proteja.
Do santuário, Ele te envie o socorro
e te assista de Sião;
recorde todas as tuas ofertas
e aceite os teus sacrifícios;
conceda o que o teu coração deseja
e realize todos os teus projectos.
Cantaremos, então, o teu triunfo,
e em nome do nosso Deus ergueremos bandeiras.
Que o SENHOR satisfaça todos os teus pedidos.
Agora tenho a certeza
de que o SENHOR dá a vitória ao seu ungido.
Ele responde-lhe do alto do seu santuário
e salva-o com a força do seu braço.
Uns confiam nos seus carros, outros nos cavalos;
nós, porém, confiamos no SENHOR, nosso Deus.
Eles fraquejam e são vencidos;
nós, porém, levantamo-nos e ficamos de pé.
SENHOR, dá o triunfo ao rei
e atende-nos quando te invocarmos.
Que o SENHOR te responda no dia da angústia
e o nome do Deus de Jacob te proteja.
Do santuário, Ele te envie o socorro
e te assista de Sião;
recorde todas as tuas ofertas
e aceite os teus sacrifícios;
conceda o que o teu coração deseja
e realize todos os teus projectos.
Cantaremos, então, o teu triunfo,
e em nome do nosso Deus ergueremos bandeiras.
Que o SENHOR satisfaça todos os teus pedidos.
Agora tenho a certeza
de que o SENHOR dá a vitória ao seu ungido.
Ele responde-lhe do alto do seu santuário
e salva-o com a força do seu braço.
Uns confiam nos seus carros, outros nos cavalos;
nós, porém, confiamos no SENHOR, nosso Deus.
Eles fraquejam e são vencidos;
nós, porém, levantamo-nos e ficamos de pé.
SENHOR, dá o triunfo ao rei
e atende-nos quando te invocarmos.
Etiquetas:
ORATIONEM
sexta-feira, 26 de março de 2010
Silêncio-me
[ . . . ]
Amo o silêncio
carrego-me 40 anos
de [in]existência
sofro-me ... me sofro ... sopro ... sofro
Amo o silêncio
tanto como o odeio
amo repugnando-me o silêncio
40 anos carrego-me
em silêncio
carrego-me ... sopro ... me sofro
a constante;
Amo-me odiando-me amando
sempre lá
o sopro ... em silêncio ... carrego-me ... sofro-me ... silêncio-me
[ ao passares por estas palavras ... faz silêncio ... [shiu] ... SUSSURRA SIBELINO [ sss ]... S I L Ê N C I O ! ]
n:d:n:S:D:
Amo o silêncio
carrego-me 40 anos
de [in]existência
sofro-me ... me sofro ... sopro ... sofro
Amo o silêncio
tanto como o odeio
amo repugnando-me o silêncio
40 anos carrego-me
em silêncio
carrego-me ... sopro ... me sofro
a constante;
Amo-me odiando-me amando
sempre lá
o sopro ... em silêncio ... carrego-me ... sofro-me ... silêncio-me
[ ao passares por estas palavras ... faz silêncio ... [shiu] ... SUSSURRA SIBELINO [ sss ]... S I L Ê N C I O ! ]
n:d:n:S:D:
Etiquetas:
N::D::N::S::D::
sexta-feira, 19 de março de 2010
a missão das folhas

naquela tarde quebrada
contra o meu ouvido atento
eu soube que a missão das folhas
é definir o vento
ruy belo
Etiquetas:
Ruy Belo
Suicido-me nas palavras.

«Escrevo como vivo, como amo, destruindo-me. Suicido-me nas palavras. Violento-me. Altero uma ordem, uma harmonia, uma paz que, mais do qua a paz invocada como instrumento de opressão, mais do que a paz dos cemitérios, é a paz, a harmonia das repartições públicas, dos desfiles militares, da concórdia doméstica, da instituições de benemerência. Ao escrever, mato-me e mato.»
Ruy Belo
Etiquetas:
Ruy Belo
sexta-feira, 12 de março de 2010
EXCESSO

Há amores estranhos fundos sem razão
- são secretos vivem na cumplicidade
indizíveis nas palavras que aqui vão
são impróprios de viver em liberdade
levaram a ternura ao exagero
e a um excesso saboroso a nossa pele
só compreende quem sente o latejar
bem mais dentro que os olhos do olhar,
há amores que não posso aqui explicar
pois quer queiram quer não inda vivemos
na pré-História de um Futuro de cem mil anos
nas grutas de um sentir que não sabemos
há uma palavra escandalosa e proibida
quando se fecha a porta e começa a fantasia
e me sento no sofá e desligo-me da vida
e fico Senhor completo do teu corpo
e o código começou e tu me ofereces
o máximo que alguém nos pode dar
e a guerra não tem hoje nem tabus
são duas vontades grandes que ali estão
e mais que as mãos e a boca e o Futuro
e o vício de dois corpos seminus
amarro em ti a vida que me escapa
e acordas-me explicando o mundo todo
e cedo a esta raiva que me mata
e sinto em ti Mulher, Mulher de mais
e houvesse aqui, agora, já, um altar
e eu casava-me contigo poro a poro,
casava-me contigo em todos os rituais
se é que não estou exactamente assim casando
o ontem com o presente e o infinito
e a cada jogo beijo salto ou grito
pressinto o chão fugir e o mundo longe
e há um abuso consentido que não peço
e tu olhas-me plácida e tremente raiva e calma
e a tormenta desabrocha e sai de nós
pela porta escancarada do excesso
Pedro Barroso
Etiquetas:
Pedro Barroso
Subscrever:
Mensagens (Atom)

