quarta-feira, 13 de abril de 2011

▲ Z u L



Reflecte toda a nossa vida

Aumenta o maior dos sonhos

À procura de um futuro

Que não vem nos jornais.

E assim dá uma nova vida

A um gato que já gastou sete

Ninguém vê a luz no túnel

Sem guardar a cor do mar

A cor azul O Céu do Mundo

Uma luz pra nos salvar…

Não importa sol ou sombra

Não importa o preto ou branco

Que os meus sonhos são às cores

Todas juntas numa só azul

A cor azul O Céu do Mundo

Uma luz pra nos salvar…

A cor azul Vai-nos salvar…

Vai-nos guiar, iluminar…

Quero ver o teu olhar azul

A brilhar no meu caminho

Quero ver o teu sorriso azul

Quero ser o teu golfinho…


DeLfInS - ▲ cOr ▲zUl

quinta-feira, 7 de abril de 2011

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

domingo, 13 de fevereiro de 2011



137.

... a hiperacuidade não sei se das sensações, se da só expressão delas, ou se,
mais propriamente, da inteligência que está entre umas e outra e forma do propósito
de exprimir a emoção fictícia que existe só para ser expressa. (Talvez não seja mais
em mim que a máquina de revelar quem não sou.)
*
b. soares

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

[in] P e r m a n ê n c i a




Tomada pelo perfil
sombras de presenças ausentes
vida que és
em luz tremeluzente
afasta teu corpo [...]
teu spírito presente

sinais símbolos
de intermitente desassossego
quero apenas aconchego
da vida
nua
sossego!

Lux tremula suave
apaga de mim a saudade
cala hinos de saudade
lux tremula suave
eterna
A permanente!


3 4 6.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

eStoiro e eSpumo




um dia
eSpero
tornar-me
onda

rebenta
eStoira
contra rochedo
eSpuma

e

volta sempre
ao mar
volta
a
ser
Mar


à
r*o*s*a

3 4 6 .

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

á r v o r e



habitam no seu peito
medonhas criaturas que
lhe devoram as entranhas
são como máquinas
inquietas e estridentes

angustiado

crava as unhas no peito
abre-o com ardor
de lá uma pequena árvore sai
suas pequenas raízes
logo se apressam a agarrar
a terra macia
ele alimenta-a depois
ali sentado regando-a sempre
sempre que sente seus lábios secarem

tempo passa

depressa se torna uma árvore
uma árvore como já teve
frondosa e carregada de frutos
agora paciente resta-lhe esperar
esperar por Ela
que venha colher
os frutos renovados

bruno m. b. rodrigues