sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

N a d a






nada

é um todo

que se expande

até ao Infinito

de coisa

nenhuma. . .




θΝΤθζ


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

3 0 0 .






SONHO TRIANGULAR



 

No meu sonho no convés estremeci — é que pela minha alma de Príncipe Longínquo passou um arrepio de presságio...






Um silêncio ruidoso a ameaças invadiu como uma brisa lívida a atmosfera visível da saleta.


Tudo isto é haver um brilho excessivo e inquietante no luar sobre o oceano que não ondula já mas estremece; tornou-se evidente — e eu ainda os não ouvi — que há ciprestes ao pé do palácio do Príncipe.


O gládio do primeiro relâmpago volteou vagamente no além... É a de relâmpago o luar sobre o mar alto e tudo isto é ser ruínas já e passado afastado o meu palácio do príncipe que nunca fui...


Com um ruído soturno e aproximando-se o navio corta as águas, a saleta escurece lividamente, e não morreu, não está preso algures, não sei o que [é] feito dele — do príncipe — que gélida coisa desconhecida lhe destino agora?...

 
 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

S Θ p r Θ ?







E se O Deuζ

Nos apagasse a Vida,

Como o sopro

na chama de uma

vela . . .



θΝΤθζ






quarta-feira, 23 de novembro de 2011

os errados










A imperfeição é muito mais bonita do que a perfeição porque a perfeição não existe.

 
jlp

 
 
 


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

m o m e n t u m








entornada no solo,

dormente,

são vitais

os únicos sinais

que se te distinguem,

és uma massa indefinida

e viva, respiras e pulsas

sim, não és pedra

mas estás fria



bruno m. b. rodrigues
 
 


 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

RЄTΘRNΘ






A palavra [ vazia] Vida, em oponente uso à de Morte, só de engano conforto serve, a quem desabitou a Alma . . .



θΝΤθζ
 
 

domingo, 6 de novembro de 2011

ραĽανřα




A fragilidade da palavra torna-lhe indiferente a alma . . .


θΝΤθζ