segunda-feira, 1 de abril de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
[ es ] fumar.Te
Inalar
[a] Vida
Como um Cigarro
Sofrega [mente]
o aceso prazer. . .
Efémero
Instante
[momento não chega a ser]
esfuma-se
no seu fumo
[baço]
Vida !
de perfil altivo
oblíqua
de querer latente
ser
eterna
latentemente . . .
mentirosa [mente]...
Vá ! Mente !
Enganadora
fumo.feitiço.veneno
sentindo [te]
[o] desprezo
=presente=
parasitar
o [teu] prazer
Inalar.te
=instante=
Exalar.te
=instante=
para fora
ex.de.mim
Fora!
Sai de mim.
[até à dor-doloroso instante de te ter, cigarro, pela frente]
ΔKHEnatƱm
sábado, 5 de janeiro de 2013
cá no alto tudo normal
no alto das árvores
cá no alto
por entre folhas e ramos
os pássaros
o vento
o sol
tudo continua,
normal
lá em baixo
na terra húmida
a guerra
nevoeiro de lâminas
os decepados
os decapitados
por entre o talho
uma criança chora
um menino soldado
ferido de lágrimas
lavado em sangue
tudo continua,
normal
bruno m. b. rodrigues
terça-feira, 27 de novembro de 2012
chorão
há quem diga que és triste
és mal amado
mal compreendido
julgam-te murcho
sem vida
acredito que és murcho
pelo peso dos bons momentos
que a tua sombra proporciona
não dás flor
não dás fruta
não faz mal
de ti
colhem-se aquelas memórias
de boas tardes passadas
a brincar
ou a arrulhar
com aquela menina
à tua sombra
imaginaram-se universos
criaram-se personagens
inventaram-se aviões
que te sobrevoaram
e depois partiram
para outros mundos
sem sair
da tua sombra primeva
começas a secar
formigas e outros invadiram-te
consomem-te do interior
se um dia secares por completo
até nada em ti estar verde
vou olhar-te com olhos de criança
e dizer
"é uma pena"
de mãos nos bolsos
irei embora
cheio do que de ti colhi
bruno m. b. rodrigues
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
ao maremaremansos
remar
mansos
remansos
tantos
desencantos
tempo
lamento
quebrar
vamos remar
somos tantos
chegou o tempo
de despir lamentos
vamos . . .
todos mas todos
vamos!
Libertar
largar amarras
quebrar
determinados remar
lutar
morrer valendo a pena, a morte que é semente no ventre d [a]MAR
N::D::N::S::D::
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
GΘÐ
God is a concept
By which we measure
Our pain
I'll say it again
God is a concept
By which we measure
Our pain
I don't believe in magic
I don't believe in I-Ching
I don't believe in Bible
I don't believe in tarot
I don't believe in Hitler
I don't believe in Jesus
I don't believe in Kennedy
I don't believe in Buddha
I don't believe in mantra
I don't believe in Gita
I don't believe in yoga
I don't believe in kings
I don't believe in Elvis
I don't believe in Zimmerman
I don't believe in Beatles
I just believe in me
Yoko and me
And that's reality
The dream is over
What can I say?
The dream is over
Yesterday
I was the dream weaver
But now I'm reborn
I was the Walrus
But now I'm John
And so dear friends
You just have to carry on
The dream is over
jOHn lEnNoN
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